A audiência preliminar do caso de homicídio envolvendo o rapper D4vd ganhou contornos dramáticos na última sexta-feira, 24 de julho de 2026. Durante a sessão, a promotoria apresentou imagens perturbadoras da cena do crime, que resultaram em reações intensas e na saída de diversos espectadores do tribunal. As fotografias, que mostravam a condição dos restos mortais de Celeste Rivas Hernandez, de apenas 14 anos, foram exibidas enquanto o médico legista Dr. Grant Ho detalhava as evidências.
As imagens chocantes revelaram um estado avançado de decomposição e esquartejamento, incluindo registros de dedos amputados, lesões no torso e ferimentos compatíveis com golpes de objeto cortante. A gravidade do conteúdo exposto causou espanto e desconforto entre os presentes, levando muitos a deixarem o local. D4vd, por sua vez, desviou o olhar em momentos críticos da apresentação, enquanto membros da família da vítima também se retiraram, visivelmente abalados.
O caso remonta a 2024, quando o desaparecimento de Celeste foi tragicamente encerrado com a descoberta de seus restos mortais esquartejados. A promotoria alega que D4vd é o responsável pela morte da adolescente e que ele tentou ocultar o crime. O rapper, por sua vez, se declara inocente e sua equipe de defesa nega as acusações.
A audiência preliminar tem como objetivo permitir que o juiz avalie se há evidências suficientes para que o caso avance para um julgamento formal. Novos depoimentos estão previstos antes de uma decisão final da Justiça. A apresentação das imagens e os detalhes perturbadores do caso não apenas chocaram o público, mas também levantaram questões sobre a natureza da violência e suas repercussões na sociedade.
O impacto emocional das evidências apresentadas reflete a gravidade do crime e a dor da família de Celeste, que continua a buscar justiça. O caso D4vd, além de ser um marco na carreira do rapper, se transforma em um símbolo das discussões necessárias sobre segurança, violência juvenil e a responsabilidade social dos artistas.

